TJPB decidirá a quem pertence as áreas das comunidades de Olho D’água do Padre, Caititu e Catonho; Ambas são delimitadas por Serra Branca e Sumé

O Tribunal de Justiça da Paraíba, por meio da desembargadora e relatora, Maria de Fátima Moraes Bezerra Cavalcanti Maranhão, determinou a notificação das partes, para apresentação de alegações finais, junto ao Processo que trata da ação judicial movida pelo município de Sumé que reivindica o restabelecimento ao seu território, da área que compreende as comunidades rurais de Olho D’água do Padre, Caititu e Catonho.

Esse território passou a integrar o município de Serra Branca após um erro na delimitação territorial realizado pelo Instituto de Terras e Planejamento Agrícola do Estado da Paraíba – INTERPA.

No mesmo despacho, foi deferida a habilitação das Associações, Comunitária de Desenvolvimento do Caititu, Mulungu e Catonho, e Beneficente de Olho D’água do Padre. Agora, ambas figuram como partes diretamente interessadas, com direito a apresentarem suas manifestações finais.

Após juntada das manifestações das partes, o processo seguirá para análise do Ministério Público, que igualmente fará sua devida manifestação processual, permitindo, assim, que o Pleno do Tribunal de Justiça possa apreciar e julgar a matéria.

Esse processo tramita desde o ano de 2017 após a comprovação de erro grave cometido pelo INTERPA, encontrado por peritos do Exército Brasileiro que atestaram ser a área, pertencente ao município de Sumé.

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil