Presidente da Câmara de Monteiro faz duras críticas a Edna Henrique e diz que parlamentar retirou emendas para cidade pela derrota nas urnas

O vereador Sandro Lira, presidente da Câmara Municipal de Monteiro, fez críticas à atuação parlamentar da deputada federal Edna Henrique que está representando o município na câmara federal em seu 4º ano do primeiro e único mandato.

Tudo começou quando alguns vereadores de oposição teriam criticado na sessão da última quinta feira, 12, a gestão municipal em relação às festividades do Dia das Mães, que por sinal foram comemoradas em grande estilo um dia antes, na quarta feira, 11, com uma grande festa no Ginásio O Chicão.

O vereador Sandro Lira aproveitou o ensejo e fez críticas ao mandato da deputada federal e ex prefeita que segundo ele, teve um péssimo mandato.

“Aquilo que não tá sendo feito, vamos falar e vamos cobrar. Não vamos apagar o que a deputada fez enquanto gestora, mas o que não está sendo feito, vamos cobrar.”, disse Sandro.

“Quando se perdeu a campanha tinha uma emenda da deputada Edna aqui pro Alto da Serra, e quando foi na mesma hora já foi cancelada. Isso aí eu não acho justo. Só por que perdeu? Mas obteve mais de 8 mil votos. Esses 8 mil votos são pessoas que estão vivas, e se só obteve 8 mil votos, que cuide em obter mais da próxima vez”, ironizou o vereador.

“Tinha uma emenda para comprar um maquinário novo, foi retirada. E sobre o dia das mães do ano passado não foi feito nada pela deputada para comemorar. Eu tava lá. Eu sei que não foi feito nada por que teve uma derrota política”, prosseguiu

“Aí esse ano sobe em cima de um carro de som para bater no peito e dizer que é bom? Isso eu como vereador e representante do povo, eu não aceito. Parabenizo o vereador Toinho por qualquer cobrança à gestão municipal, mas da mesma forma tem que cobrar também da deputada federal. Nós temos que cobrar mesmo por que ela foi votada pelo povo de nossa cidade”, complementou o presidente do legislativo.

“Quando ela tira uma emenda que viria para Monteiro, para outro lugar, quem perde é o povo de Monteiro. Por que tinha a verba, e ela não quis mandar pra cá.

“É hora de dizer o que é feito e o que não é feito, por que daqui a pouco tá de volta à Monteiro pra pedir votos, e todo mundo sabe que não foi feito nada por Monteiro. O mandato dela foi negativo para Monteiro. Não vejo nada que ela tenha trazido pra cidade”. completou Sandro Lira.

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil