Bruno Roberto diz que Efraim Filho e Pedro Cunha Lima foram oportunistas ao participar de agenda com Bolsonaro na Paraíba

O pré-candidato ao Senado, pelo partido de Bolsonaro, Bruno Roberto (PL), disse na tarde desta terça-feira (10), em entrevista ao programa Arapuan Verdade, que existem candidatos oportunistas na Paraíba ao se referir a Pedro Cunha Lima e Efraim Filho. 

A fala, relacionada a visita do presidente em agenda na Paraíba, na semana passada, criticou a tentativa do pré-candidato ao governado da Paraíba, Pedro Cunha Lima (PSDB), que marcou presença na atividade. “Me parece que é oportunista sim, tendo em vista que ele não faz a defesa de Bolsonaro e não reconhece esse presidente. Então foi oportunista”, disse. 

Na semana passada, Bruno já tinha criticado o pré-candidato,  Efraim Filho (União), de tentar “grudar” no presidente, após segundo ele ter sido “escorraçado” pelo governador João Azevêdo (PSB). 

Bruno Roberto destaca que é o único candidato apoiado oficialmente por Bolsonaro na Paraíba. Ele faz questão de destacar isso, independente dos outros candidatos que também reforçam apoiam ao mandatário. Em vídeo publicado no mês de março, o presidente declarou apoio à sua pré-candidatura ao Senado, e ao comunicador Nilvan Ferreira (PL), que é pré-candidato ao Governo do Estado.

Click PB

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil