Opera Paraíba realiza mutirão de cirurgias de catarata no Hospital Santa Filomena em Monteiro

Teve início na última segunda-feira (25) mais um mutirão de cirurgias de catarata promovido pelo programa Opera Paraíba no Hospital Santa Filomena, em Monteiro. Durante quatro dias vão ser realizadas cerca de 350 intervenções cirúrgicas.

“A demanda por cirurgia de catarata é muito alta, e é bastante comum os idosos apresentarem o problema. Graças ao Opera Paraíba, esses pacientes estão tendo a visão recuperada, e assim mais autonomia para desempenhar as atividades habituais,” esclarece a diretora do hospital, Adriana Rodrigues.

A catarata é uma doença caracterizada pela perda de transparência do cristalino, a lente natural do olho, cuja função é propiciar o foco da visão em diferentes distâncias.

As pessoas acometidas pela doença costumam apresentar problemas de visão nublada, o que as impossibilitam de realizar atividades cotidianas como ler, escrever e dirigir. A enfermidade é bastante comum em pessoas da terceira idade e pode acontecer com mais frequência do que se imagina.

Este ano o programa já devolveu a oportunidade de voltar a enxergar a cerca de 2 mil paraibanos, que foram contemplados com cirurgias de catarata. Os procedimentos acontecem em forma de mutirão itinerante nos hospitais que integram a rede de saúde do estado, e agora passa a ser oferecido de forma periódica, a cada 15 dias, no Hospital de Clínicas, em Campina Grande.

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil