Prefeito Vitor Hugo aciona polícia após ameaça de Wallber Virgolino: “Ele está obcecado por mim”

O prefeito de Cabedelo, Vitor Hugo (União Brasil), afirmou no início da tarde desta terça-feira (12) que prestou um boletim de ocorrência na Polícia Civil após uma fala do deputado estadual Wallber Virgolino (Patriota) durante a sessão na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) de hoje.

O parlamentar disse ter sofrido provocações por parte de Vitor Hugo, após ter realizado fiscalizações no município. Virgolino avisou que resolveria as diferenças entre os dois “na bala”.

O gestor cabedelense reagiu. “Pinóquio já está famoso. Eu nem o vi no show. Chega a ser hilário. Ele está obcecado por Cabedelo ou por mim. Peguei a gravação e já fui na Delegacia prestar um boletim de ocorrência. Esse rapaz me ameaçou. Eu nunca ameacei ninguém”, afirmou o prefeito.

Acusações de Wallber 

Na tribuna da Assembleia Legislativa, Wallber revelou que participava de um show no último sábado, na Domus Hall, onde também estava o prefeito. Ao ver o deputado, Vitor Hugo teria se exaltado, precisando ser contido pela esposa e por um vereador de João Pessoa.

Segundo Wallber, após retirar o prefeito do local o vereador revelou que ele queria brigar com Wallber. “Não briguei porque não quis, me controlei porque estava com a minha esposa, mas poderia ter acontecido um problema mais grave”, afirmou.

Virgolino alertou o presidente da ALPB, Adriano Galdino, de que “não iria trocar tapas e resolveria na bala”.

Mais PB

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil