Uso facultativo de máscaras deixa dúvidas e secretária explica regra na Paraíba

Após a publicação do decreto que flexibiliza o uso de máscaras no estado, nesta quinta-feira (7), algumas dúvidas surgiram entre os cidadãos, especialmente em relação ao uso de máscaras em ambientes fechados. O principal questionamento é se o decreto abrange também ambientes como ônibus, shoppins, supermercados e até condomínios.

Entretanto, de acordo com a secretária de Saúde da Paraíba, Renata Nóbrega, não há motivos para dúvidas. “O decreto estadual é muito claro. Ele faculta o uso de máscaras em ambientes fechados nos municípios com cobertura vacinal acima de 70%, com as duas doses ou dose única. Na Paraíba, apenas quatro municípios não atingiram esse índice”, explica.

No caso de João Pessoa e Campina Grande, por exemplo, os 70% já foram atingidos, sendo, portanto, facultativo o uso do equipamento de segurança nesses locais. Contudo, a secretária salienta que é necessário observar as regras dos ambientes. “Se o condomínio tiver norma com a exigência da máscara, é importante observar”, informa. O mesmo vale para as cidades que, mesmo com a vacinação em 70%, decidirem manter o uso obrigatório de máscaras.

Neste casos, vale a regra da maior restrição. Além disso, a Secretaria Estadual de Saúde também recomenda que as pessoas com comorbidades ou adoecidas continuem utilizando a máscara para a própria proteção contra a Covid-19.

Com MaisPB

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil