Sargento da Polícia baleado pelo filho em Patos segue internado na enfermaria do Hospital de Trauma de Campina Grande

O sargento da Polícia Militar que foi baleado pelo próprio filho no dia 19 de março no município de Patos, segue internado na enfermaria do Hospital de Trauma de Campina Grande. De acordo com a unidade de saúde, o homem de 56 anos é segue evoluindo bem, porém sem nenhuma novidade no quadro neurológico.

Segundo a avaliação médica, ainda não é possível afirmar no momento que o paciente ficará com alguma sequela, porém ele perdeu grande parte da sensibilidade nas pernas devido ao alojamento da bala na coluna.

O policial segue acordado e sendo acompanhado por psicólogos do hospital. Ainda não há previsão de alta.

O crime aconteceu no último dia 19 de março, no município de Patos, na Paraíba. O adolescente de 13 anos matou a mãe e o irmão caçula de 7 anos e deixou o pai gravemente ferido.

O menor confessou o crime e afirmou que crime foi cometido após pais cobrarem boas notas e proibirem excesso de jogos ao celular.

A Justiça determinou que o adolescente fosse internado no Centro Socioeducativo de Sousa.

Com ClickPB

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil