Duas cidades da Paraíba aderem ao projeto de escolas militares do Governo Bolsonaro

As prefeituras  de João Pessoa e Santa Rita devem aderir ao projeto de escolas cívico-militares, do Governo Federal.  A inclusão dos municípios será solicitada ao Ministério da Educação e, caso aprovada, deve ocorrer até 2020.

Em Santa Rita, a escola Odilon Ribeiro Coutinho foi selecionada para ser inserida no novo modelo de ensino. Em cada Estado, apenas dois municípios serão contemplados.

A ideia da escola cívico-militar prevê a criação de uma disciplina militar em escolas civis que aderirem ao projeto. O Governo Federal seria responsável pelo pagamento de salários dos militares envolvidos e também pelo repasse de verbas para a escola.

“A gestão entende que não deve abrir mão de recursos de forma deliberada e por isso resolveu assinar um ofício de manifestação de interesse”, explicou a secretária da Educação da capital, Edilma da Costa Freire. De acordo com ela, esse é um primeiro passo, dado em função do prazo de resposta ao Governo Federal, que pretende incluir duas escolas por Estado.

Com Wscom

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O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou há pouco o rito que será adotado durante a sessão desta terça-feira (15), que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

De acordo com o procedimento definido pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin, a sessão será aberta às 10h.

Em seguida, a secretária da sessão fará a leitura da ata da sessão anterior da Corte, e Fachin vai realizar as saudações de praxe a todos os ministros.

O ministro chamará o processo para julgamento e passará a palavra ao ministro André Mendonça, que fará a leitura do relatório. O caso chegou a Fachin após Mendonça, relator do Caso Master, informar sobre possíveis conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro.

Depois, a palavra será dada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Após a manifestação da procuradoria, a votação será iniciada.

O STF não confirmou se Alexandre de Moraes poderá participar da sessão.

O plenário também é composto pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino, Nunes Marques, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Gilmar Mendes.

A participação de Dias Toffoli também não está confirmada. No início deste ano, Toffoli se declarou impedido de participar de julgamentos sobre o caso Master após a imprensa revelar que o ministro é dono de um resort que foi comprado por um fundo de investimentos ligado ao banco.

Mais cedo, o STF confirmou que a sessão da Corte terá transmissão ao vivo pela TV Justiça e pela internet. 

Agência Brasil