Wilson Filho aposta no fim da crise entre João e Republicanos: “Vai se resolver”

Líder de João Azevêdo na Assembleia Legislativa da Paraíba, o deputado estadual Wilson Filho terá nos próximos dias uma das missões mais intensas desde que assumiu o posto. Evitar a ruptura de seu partido, o Republicanos, com o governador.

O movimento protagonizado pelo deputado federal Aguinaldo Ribeiro em recuar da disputa ao Senado e indicar o vice de Azevêdo, posto que era almejado pelo Republicanos, foi o ápice para crise, com direito a declarações públicas e aquecidas.

Wilson apostou que o impasse será sanado. “Acredito que vai se resolver. O partido se sentará com o governador e tudo se resolverá. O Republicanos é leal e acredita no governo João Azevêdo. No que eu puder fazer para ajudar na construção da solução, irei fazê-lo”, disse.

A missão do líder não é das mais fáceis, mas também não é impossível. Se o partido de Hugo Motta e Adriano Galdino enfatiza que é leal a João e Azevêdo reafirma que nunca foi desleal, não há motivos, ao menos públicos, para rompimento, como reza todos os dias aliados de Pedro Cunha Lima.

De Olho no Cariri

Com Wallinson Bezerra

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB