Wellington e Bruno Roberto, Nilvan Ferreira e Wallber Virgolino se reúnem e anunciam união por palanque a Bolsonaro

Unidade em torno do palanque do presidente Jair Bolsonaro (PL). Essa foi a pauta do encontro na tarde desta quinta-feira (30) onde estiveram presentes o presidente estadual do PL, Wellington Roberto, o pré-candidato ao Senado, Bruno Roberto (PL), o presidente estadual do PTB e pré-candidato ao Governo, Nilvan Ferreira, e o deputado estadual Walber Virgolino (Patriotas).

Welligton Roberto pontuou que o encontro serviu para que as lideranças de oposição tracem as primeiras estratégias para 2022. “Conversamos com toda a cúpula dos partidos e explicamos que temos que avançar nessa questão de unidade, vendo a possibilidade de lançar candidatura ao Governo do Estado. Foi uma reunião boa, que discutiu estratégias, tudo em torno da candidatura do nosso presidente Bolsonaro”, disse.

“Eu acredito que conversar não tira pedaço. O presidente Bolsonaro defende unidade em seu palanque e é assim que vamos tentar formatar essa união. Estamos conversando com toda base de oposição do estado e vamos avançando cada dia mais”, afirmou o deputado federal.

Apoio à candidatura de Nilvan Ferreira ao Governo

“Estamos conversando e tudo pode acontecer. Tudo vai depender das pesquisas e quem tiver melhor nas pesquisas, nós vamos convergir nessa união e assim vamos discutir essa composição… Mas isso não quer dizer que tem nada fechado, vamos discutir tudo internamente, sempre com a prerrogativa de prevalecer o palanque de Bolsonaro”, pontuou Welington Roberto.

Wscom

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB