Veneziano se reúne com vice-presidente nacional do PT e fala em construção de novo futuro para a Paraíba

O senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB) se reuniu na tarde desta quinta-feira (17) com o Vice-Presidente Nacional do Partido dos Trabalhadores, Márcio Macedo. O encontro também contou com a presença do presidente estadual do PT, Jackson Macedo, e do ex-governador da Paraíba, Ricardo Coutinho.

Ao que tudo indica, a reunião serviu para selar a aliança entre o PT e o MDB na Paraíba com vistas à formação de uma chapa majoritária para as siglas, encabeçada pelo senador Veneziano na disputa ao Governo do Estado, com Ricardo Coutinho para a vaga ao Senado Federal e Lula  sendo reconduzido a presidência da República.

Na legenda da postagem, Veneziano afirma que o encontro tratou sobre o projeto dos dois partidos para a construção de um novo futuro.

“Estivemos com o Vice-Presidente Nacional do PT Márcio Macedo, tratando sobre o projeto do MDB/PT, construindo um novo futuro para Paraíba e o Brasil”, diz a publicação.

Na imagem, eles aparecem fazendo as letras ‘V’ e ‘L’ com as mãos, simbolizando Veneziano e Lula. A expectativa é de que a pré-candidatura de Vené  para governador nas eleições de outubro seja lançada nos próximos dias.

Wscom

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB