“Veneziano fique à vontade sobre vice”, diz presidente do PT após desistências de indicados

“Veneziano fica agora à vontade para definir seu vice”. Assim reagiu o presidente do PT na Paraíba, Jackson Macêdo, à desistência de três indicados pelo partido para compor a vaga de vice-governador na chapa de Veneziano Vital do Rêgo (MDB). Márcia Lucena, Lenildo Morais e Maria Luiza apresentaram carta declinando da indicação.

“O mais importe para o PT é a candidatura de Lula e de Ricardo, é o projeto nacional que nós temos. Nós temos que eleger Veneziano governador e o PT não vai fazer mais nenhum tipo de disputa com isso. Veneziano fica agora à vontade para definir seu vice e o PT vai tocar a campanha, que é o mais importante”, disse Jackson.

Na última quinta-feira (21) Veneziano chegou a afirmar que não havia definição sobre seu pré-candidato a vice-governador, apesar de haver uma tendência para que fosse um nome do PT. Ele salientou, no entanto, que não poderia apresentar um nome com propósito aventureiro.

“Nós temos um presidente irresponsável para derrotar, um governador fraco para derrotar e isso é mais importante. E eleger um senador progressista, que é Ricardo Coutinho. Essa é a pauta mais importante para o PT”, arrematou Jackson Macêdo.

Ainda ontem, Veneziano pontuou que a escolha “não se limitará à lista” (apresentada pelo PT). “Foram sugestões feitas pela estadual. Mas, podemos formar uma chapa que atenda melhor às nossas expectativas”, frisou.

Mais PB

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB