Veneziano é oficializado como pré-candidato do MDB ao Governo do Estado e diz que Ricardo será um “companheiro fundamental”

A executiva estadual do MDB oficializou no início da tarde deste sábado (19) a pré-candidatura do senador Veneziano Vital do Rêgo, presidente estadual da sigla, ao Governo do Estado pelas oposições.  A reunião aconteceu na sede do partido e contou com a presença da senadora Nilda Gondin, mãe de Veneziano, do vereador Mikika Leitão, do ex-deputado Benjamim Maranhão e do prefeito de Monte Horebe, Marcos Eron.

Após o encontro, Vital endureceu o tom contra o governador João Azevêdo (Cidadania), de quem era aliado até o mês passado. O senador afirmou que a atual gestão “deixou a desejar”. “Os paraibanos esperavam muito mais. A Paraíba esperava muito mais. Há muito o que fazer”, avaliou.

O lançamento oficial da pré-candidatura de Vital será na próxima segunda-feira (21) em um ato conjunto com o ex-governador Ricardo Coutinho (PT), com quem o senador estava rompido politicamente. Para o senador, Coutinho será um companheiro “fundamental”. “Não há como desconhecer [a importância de Ricardo]”, resumiu.

Com MaisPB

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB