Sem bases e sem apoios, filho da vice-governadora desiste da disputa por vaga na ALPB

Após ter pedido exoneração do cargo de Secretário de Desenvolvimento Econômico do Governo da Paraíba com a justificativa de que iria se dedicar à pré-campanha de deputado estadual, o empresário Gustavo Feliciano (PDT), filho da vice-governadora Lígia Feliciano (PDT) e do deputado federal Damião Feliciano (PDT), deu marcha à ré e desistiu da disputa por uma das 36 vagas na Assembleia Legislativa da Paraíba. A informação foi divulgada pelo jornalista Arimatéia Souza, da TV Itararé.

Ainda não se sabe se a marcha à ré do grupo visa o realinhamento com o João Azevêdo, já que a pré-candidatura da vice-governadora Lígia Feliciano (PDT) também não tem empolgado.

A gestora tem encontrado, inclusive, dificuldades para formar a chapa, sendo excluída de todos os lados.

João, por sua vez, em recente entrevista, admitiu não ter dificuldade de realinhamento porque não houve, da parte dele, nenhum constrangimento.

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB