Romero Rodrigues escolhe o PSC como seu novo partido na Paraíba

 

 

O ex-prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues, que perdeu nesta semana o comando do PSD na Paraíba para a senadora Daniella Ribeiro, confirmou nesta quinta-feira (31) que escolheu o PSC, de Marcondes Gadelha.

Na ocasião, Leonardo Gadelha convidou Romero para presidir o PSC paraibano. O ex-gestor campinense também havia recebido convites formais para se filiar ao PL ou ao União Brasil na Paraíba.

O anúncio de Romero, que foi feito nas dependências do Garden Hotel, instalado em Campina Grande, em um evento que começou com mais de duas horas de atraso, contou com presença do deputado federal e pré-candidato ao Governo da Paraíba Pedro Cunha Lima (PSDB), do prefeito Bruno Cunha Lima (PSD), do deputado federal Ruy Carneiro (PSC), do deputado federal Patrick Dornelles, do suplente de deputado federal Rafafá, do pré-candidato ao Senado Bruno Roberto (PL), dentre outros líderes políticos e diversos populares.

O deputado federal Patrick Dorneles e o suplente Rafafá, devem acompanhar Romero e, assim como já fez o deputado federal Ruy Carneiro, também se filiarem ao PSC que já confirmou apoio ao projeto de Pedro Cunha Lima (PSDB) em disputar o comando do Governo da Paraíba nas Eleições 2022.

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB