Romero confirma interlocução para “tentar construir um diálogo, uma pacificação” com João Azevêdo

Após um dia inteiro de especulações a cerca de uma possível aliança entre o governador João Azevêdo (Cidadania) e o ex-prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSD), com aliados de ambos os lados fazendo interlocuções para que haja o diálogo, Romero confirmou, na noite de ontem (26) durante entrevista à TV Itararé que ainda não existe nenhuma decisão tomada, porém pessoas ligadas aos dois tem tentando construir esse diálogo.

A declaração vem repercutindo desde a hora em que foi dada, pois anteriormente Romero nunca havia confirmado que existisse essa movimentação nos bastidores.

“Não existe nenhuma decisão tomada. Nunca conversei com o governador João Azevedo (sobre esse assunto). Pessoas ligadas à política, que têm vinculação com o governador e têm relação de amizade comigo têm feito essa interlocução, no sentido de tentar construir um diálogo, uma pacificação”, declarou.

O ex-prefeito de Campina Grande ainda frisou que por ele, qualquer projeto que vise contribuir e levar ações efetivas para a Paraíba e sobretudo Campina Grande, é bem visto por ele.

“Tudo farei se for em favor de Campina Grande, um projeto que possa retribuir à cidade com ações concretas, resolutivas. Que a população receba o efeito positivo de uma eventual composição”, concluiu.

De Olho no Cariri

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB