Republicanos aceita indicação do PP para vice de João Azevêdo; vaga do Senado ficará com PSB

A cúpula do Republicanos decidiu aceitar a escolha do governador João Azevêdo (PSB) para que o Progressistas de Aguinaldo Ribeiro indique o candidato a vice na chapa governista. A definição foi tomada na manhã desta sexta-feira (22) durante uma reunião na Granja Santana.

“A gente aceitou a participação do Progressistas para vice. O governador vai indicar um nome do PP para vice e uma solução caseira [do PSB] para o Senado”, afirmou o presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, Adriano Galdino.

Segundo o deputado, o governador deu garantia de que houvesse uma participação maior do Republicanos na gestão estadual e apoio para que as próximas presidências da Casa de Epitácio Pessoa fiquem com a legenda de Galdino.

O nome mais cotado para compor como vice de Azevêdo é o do vice-prefeito de Campina Grande, Lucas Ribeiro (PP). Já para o Senado, os nomes cogitados são os do jornalista Heron Cid e do vice-prefeito de João Pessoa, Leo Bezerra, ambos do PSB.

O anúncio da chapa majoritária deve acontecer na próxima segunda-feira (25).

De Olho no Cariri

Mais PB

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB