Racha de Veneziano levará Bruno Cunha Lima a João, diz Hervázio

O deputado estadual Hervázio Bezerra (PSB) aposta na tese de aproximação do governador João Azevêdo (Cidadania) com o prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (PSD), após o rompimento político do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB) com o atual chefe do Poder Executivo.

Em entrevista, o parlamentar afirmou que o afastamento de Veneziano “escancara” as portas para o governador oficializar uma aliança com o ex-prefeito Romero Rodrigues (PSD).

“A dúvida é se Romero consegue atrair para lhe apoiar seu companheiro Bruno Cunha Lima”, explanou. Para Hervázio, não será surpresa alguma se Bruno acompanhar Romero pela aproximação com o ex-prefeito. Ele também lembrou que a eleição de Bruno teve a participação de Romero quando teve que escolher entre o atual prefeito e Tovar Cunha Lima (PSDB)  nas eleições 2018.

“Romero tomou uma decisão em favor de Bruno. Na ocasião deve ter vários fatores que o tenha influenciado para isso. Foi uma difícil missa de escolher entre dois fraterno amigos e ele escolher Bruno,  Talvez venha aí a principal surpresa da política paraibana em plena pandemia. Eu cansei de ouvir elogios recíprocos entre Romero e Bruno não só na campanha, mas no período pós-campanha”, argumentou.

Com Mais PB

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB