Quinze prefeitos do Cariri participam de ato de filiação de João Azevêdo ao PSB e reafirmam apoio à sua reeleição

Durante esta última quinta-feira(25), foi realizada em João Pessoa, o ato de filiação do governador João Azevedo ao PSB. Na oportunidade, vários prefeitos, vereadores e lideranças políticas do Cariri paraibano participaram da solenidade e demonstraram apoio político ao projeto de reeleição do governador João Azevêdo.

Entre os gestores que participaram do evento estavam os representantes dos municípios de Monteiro (Anna Lorena); Sumé (Éden Duarte); Santo André (Edglei Amorim), Prata (Genivaldo Tembório); São José dos Cordeiros (Felício Queiroz); São Sebastião do Umbuzeiro (Adriano Wolff); Serra Branca (Souzinha); São João do Tigre (Márcio Leite); Cabaceiras (Tiago Castro); Parari (Genival Queiroz); Livramento (Nananda Barbosa); Gurjão (José Elias); São Domingos do Cariri (Onildo Lindenberg); Coxixola (Nelsinho Honorato) e Amparo (Inácio Nóbrega).

O prefeito de Sumé, Éden Duarte, disse que João Azevedo tem sido um importante parceiro de sua gestão e do município de Sumé e por isso o apoio integral de seu grupo será pela recondução do governador ao Palácio da Redenção.

O prefeito de Serra Branca, Souzinha, disse que Serra Branca também é grata pelas ações do Estado no município e o gestor de Santo André, Edglei Amorim, disse que além de todas as obras já entregues, o governador João realizará um sonho: a pavimentação asfáltica das principais ruas do município.

De Olho no Cariri

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB