Prefeitos Ronaldo, Givaldo e Célio assumem presidência da AMCAP para biênio 2017-2018

amcap-ronaldoO prefeito de Gurjão, Ronaldo Queiroz, foi eleito por aclamação o novo presidente da AMCAP para biênio 2017-2018. O gestor foi escolhido tendo dois vice-presidentes os gestores de Coxixola, Givaldo Limeira, e Célio Barbosa, prefeito de São João do Tigre.

A eleição ocorreu na sede do órgão em Campina Grande e contou ainda com a presença dos prefeitos de São José dos Cordeiros, Parari, Juazeirinho e Cabaceiras, além do ex-presidente da entidade, Fernando Queiroz.

Foram eleitos ainda para o Conselho Fiscal os prefeitos Tiago Castro (Cabaceiras), Ana Lorena (Monteiro) e Adriano Wolf (São Sebastião do Umbuzeiro).

Segundo Ronaldo Queiroz, o desafio de conduzir o destino da AMCAP é grande, pois sabe a este órgão impulsionar o desenvolvimento da região. “Será nossa missão pautar os principais projetos de desenvolvimento para o Cariri e vamos discutir isso com os prefeitos eleitos; vamos buscar audiência com os líderes estaduais; vamos fazer o Cariri e suas potencialidades serem vistas e valorizadas”, pontuou o novo presidente.

Ronaldo Queiroz, entre suas primeiras medidas, baixou a mensalidade dos prefeitos do Cariri associados à entidade e disse que o primeiro objetivo é retomar a credibilidade do órgão e fortalecer o engajamento dos gestores da região.

De Olho no Cariri

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

O Ministério da Justiça e Segurança Pública demitiu o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal, por abandono de cargo. 

A decisão, publicada na edição desta segunda-feira (21) do Diário Oficial da União, tem como base processo administrativo disciplinar que concluiu pela ocorrência de faltas injustificadas por período superior a 30 dias consecutivos.

Segundo a portaria, a demissão teve por base a Lei nº 15.047, de 2024, que prevê a penalidade para casos de abandono de cargo. 

Eduardo Bolsonaro integrava o quadro de pessoal da Polícia Federal e estava afastado da função para exercer mandato eletivo na Câmara dos Deputados.

Perda do Mandato

Eduardo Bolsonaro deixou o Brasil em março de 2025 para morar nos Estados Unidos. Eleito deputado federal por São Paulo pela primeira vez em 2014, Eduardo teve o último mandato cassado em dezembro de 2025 por ausência em sessões deliberativas da Câmara.

Após a cassação, a Polícia Federal publicou ato declarando o fim do afastamento para exercício de mandato eletivo, com efeitos retroativos a 19 de dezembro de 2025, e determinou seu retorno imediato às atividades como escrivão.

Atuação nos EUA

Além do processo administrativo que resultou em sua demissão da Polícia Federal, Eduardo Bolsonaro responde a ações judiciais relacionadas à atuação política no exterior. Entre as medidas, estão as tarifas sobre produtos brasileiros, a revogação de vistos de autoridades brasileiras e a aplicação de sanções econômicas previstas na Lei Magnitsky. 

Segundo o STF, as iniciativas buscavam pressionar instituições brasileiras e interferir no andamento das investigações e processos judiciais.

Em setembro de 2026, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou o ex-deputado a quatro anos e dois meses de prisão, em regime semiaberto, pelo crime de coação no curso do processo. A Primeira Turma rejeitou por unanimidade recurso do ex-deputado no dia 18 de setembro.

O placar da votação foi de 4 votos a 0. 

Na mesma decisão, o colegiado determinou a inelegibilidade de Eduardo Bolsonaro por oito anos e a perda do cargo de escrivão da Polícia Federal.

Por unanimidade, os ministros acompanharam o entendimento da Procuradoria-Geral da República (PGR) de que o ex-parlamentar atuou para estimular sanções e medidas adotadas pelos Estados Unidos contra o Brasil com o objetivo de influenciar o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no processo que apura a tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

Agência Brasil