TST adia para a quinta-feira julgamento e greve nos Correios continua no país

O TST (Tribunal Superior do Trabalho) adiou nesta 2ª feira (21) o julgamento do dissídio coletivo da greve dos Correios e remarcou a análise para a próxima quinta-feira (24), às 15h30.

O presidente da Corte, ministro Vieira de Mello Filho, alegou que os documentos dos Correios que justificariam a abusividade  da  greve foram juntados aos autos na 6ª feira (18.set) à noite e a parte contrária não teve tempo para análise. Ele deu 48 horas para que as federações que representam os trabalhadores se manifestem sobre os documentos.

“Nós estaríamos aqui em desapreço ao devido processo legal porque estaríamos fundamentando uma decisão em documentos não examinados pela parte contrária. Eu acho isso temerário”, afirmou Vieira de Mello Filho.

O ministro Ives Gandra Martins Filho propôs, porém, que a greve fosse suspensa, já que o julgamento do TST havia começado. Vieira de Mello Filho, porém, declarou que não pediria isso aos sindicatos sem que haja a análise dos documentos.

A categoria está em greve nacional desde 10 de setembro. A paralisação começou depois que a empresa e os trabalhadores não chegaram a um acordo nas negociações.

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri