Prefeitos do Sertão recepcionam João Azevêdo e reforçam apoio à reeleição do governador

Prefeitos do Sertão da Paraíba reafirmaram, nesta quinta-feira (19), o apoio à pré-candidatura à reeleição do governador João Azevêdo (PSB). Dentre os gestores municipais que recepcionaram o chefe do Executivo estadual estão Laurinho Maia (Catolé do Rocha); Doca Lima (Mato Grosso); Jarques Lúcio (São Bento); Ceninha Lucena (Bonito de Santa Fé); Eudim de Dé (Riacho dos Cavalos); Valmar Arruda (Paulista); Pedrinho Caetano (Bom Sucesso); Kadson Monteiro (Jericó); Marcelo Bezerra (Condado); e Luquinha do Brasil (Marizópolis).

O prefeito de São Bento, Jarques Lúcio (União Brasil), reforçou seu compromisso com o projeto político liderado por João Azevêdo. “O governador é um homem de bem, que tem uma história de vida e de trabalho prestado ao povo por onde passou, e no Governo da Paraíba, dá um exemplo de gestão ao país e de parceria com os municípios. O que aconteceu em todo o Médio Piranhas, com a integração de dezenas de prefeitos, mostra o compromisso de um homem com o nosso estado, matando a fome do paraibano que enfrenta crise, que criou o Opera Paraíba, mudando a vida das pessoas, mostrando que a Paraíba precisa de João”, falou.

O prefeito de Riacho dos Cavalos, Francisco Eudes, enalteceu a parceria com o gestor estadual. “Em nome da nossa população, eu agradeço ao governador, o recebo de braços abertos porque ele assegurou muitos projetos e obras para o nosso município e poderá contar comigo como parceiro”, disse.

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB