Prefeito paraibano filiado ao partido de Bolsonaro declara apoio a João Azevêdo

O prefeito de Serra Grande, Vicente Neto (PL), declarou, nesta terça-feira (11), sua adesão à base aliada do governador João Azevêdo (Cidadania). O anúncio ocorreu após reunião com o chefe do Executivo estadual, oportunidade em que foram apresentadas as ações da gestão estadual para desenvolver o município.

Na ocasião, o prefeito Vicente agradeceu ao governador João Azevêdo pela sensibilidade de atender aos pleitos da população de Serra Grande. “Nós somos gratos pelo anúncio do asfalto de Serra Grande a São José de Caiana, que não liga apenas duas cidades, mas os Vales do Rio Piancó e do Rio do Peixe e que trará muito desenvolvimento a essas regiões e já aproveitamos para traçar o nosso futuro e apoio do nosso município ao governador”, falou.

Ele também fez uma avaliação positiva do encontro com o gestor estadual. “Esse foi o nosso primeiro encontro desde que ingressamos neste novo mandato e todas as demandas por obras e investimentos foram bem acolhidas, a exemplo da travessia urbana, e seguiremos trabalhando juntos”, acrescentou.

O presidente estadual do Cidadania, Ronaldo Guerra, também esteve presente na reunião.

De Olho no Cariri

Mais PB

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB