Prefeito do PTB anuncia apoio político à pré-candidatura à reeleição de João Azevêdo

O prefeito de Poço Dantas, Itamar Moreira (PTB), anunciou apoio à pré-candidatura à reeleição do governador João Azevêdo (PSB). A declaração ocorreu durante visita do socialista ao município de Bernardino Batista, no Sertão da Paraíba.

“Marcharemos unidos nas eleições de outubro, apoiamos as ações e as propostas do Governo do Estado, estamos juntos nesse projeto político e vamos ser vitoriosos com essa grande junção de forças”, disse Itamar Moreira.

O prefeito destacou também as importantes parcerias que firmou com a gestão estadual para execução de obras que irão melhorar a qualidade de vida da população local.

“Nosso município foi contemplado com duas ações na área de educação, com a construção de uma quadra coberta e de uma creche, que somam mais de R$ 1,6 milhão em investimentos, e por esse motivo, viemos agradecer ao governador por essas ações e estamos de mãos dadas para que ele possa dar continuidade a esse avanço que testemunhamos em nossos municípios não apenas na educação, mas na saúde, infraestrutura, no esporte e lazer”, disse.

Ainda filiado ao PTB, o gestor municipal afirmou que migrará para o Republicanos, acompanhando os deputados Wilson Santiago e Wilson Filho.

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB