Prefeito André Gomes reúne lideranças em Boa Vista e reafirma o apoio a Efraim, Wilson e Carol para a corrida eleitoral 2022

Na manhã desta última quinta-feira(23), o prefeito de Boa Vista, André Gomes promoveu um café junino em sua residência, em Boa Vista, e rodeado de amigos e lideranças políticas, o grupo político reafirmou o compromisso de seguir apoiando o projeto de pré-campanha de de Efraim Filho para o Senado, Wilson Filho, pré-candidato à reeleição e da sua esposa e pré-candidata, a deputada federal, Carol Gomes.

“Quem também nos honrou com a presença foram Efraim Filho, pré-candidato ao Senado, e Wilson Filho, pré-candidato a Deputado Estadual, que ao lado de Carol Gomes, pré-candidata a Deputada Federal, trabalharam em consonância com as ações desenvolvidas em Boa Vista. Aliás, Efraim e Wilson contribuíram muito com o trabalho que realizamos, destinando recursos importantes, apoiando nossas ações e obras. Por esses e centenas de outros motivos, caminharemos todos unidos nessa luta, porque essa é a certeza de um futuro melhor para Boa Vista e para a Paraíba”, disse André Gomes.

O encontro contou ainda com a presença do ex-prefeito Edvan Leite, vereadores, secretários e lideranças.

De Olho no Cariri

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB