Pesquisa IPEC: João Azevêdo tem 32% de intenções de votos; Pedro, Veneziano e Nilvan “empatam” em segundo lugar

A primeira pesquisa eleitoral do Ipec, na Paraíba, contratada pela TV Cabo Branco, mostra o candidato à reeleição, João Azevêdo (PSB), liderando a corrida eleitoral para o governo do estado, com 32% de intenção de voto.

Em seguida, levando-se em conta a margem de erro de três pontos percentuais (para mais ou para menos), há um empate técnico entre os três nomes que disputam a 2ª colocação: Pedro Cunha Lima (PSDB), que tem 16%, seguido de perto por Nilvan Ferreira (PL), com 15%, e Veneziano Vital (MDB), com 14% das intenções de voto.

Os candidatos Adjany Simplicio (PSOL), Adriano Trajano (PCO) e Major Fábio (PRTB) foram mencionados por 1% dos eleitores do estado e o candidato Nascimento (PSTU) foi citado, mas não atinge 1% das intenções de voto.

Branco e nulo somam 12% e não sabem ou não responderam, 8%.

DECISÃO

De acordo com a pesquisa, a decisão de voto é definitiva para 63% dos paraibanos, ao passo que 36% declaram que ainda podem mudar de candidato até o dia da eleição; somam 1% os que não respondem à pergunta.

ESPONTÂNEA

No questionamento espontâneo, sem apresentação dos nomes, 27% do entrevistados disseram que votam no candidato à reeleição, João Azevêdo (PSB); 9% disseram o nome de Nilvan Ferreira, do PL.

Em seguida, Pedro Cunha Lima, do PSDB, com 8%. Na sequência, Veneziano, do MDB, com 6%. Adjany Simplício (PSOL), Adriano Trajano (PCO) e Major Fábio (PRTB) e Nascimento (PSTU) não foram citados.

Outros, corresponde a 3%. Branco ou nulo, 13% e 34% disseram que não sabem ou preferem não opinar. Veja números abaixo:

A PESQUISA

A pesquisa foi realizada nos dias 26 a 28 de agosto de 2022. Foram entrevistados 800 votantes. A margem de erro máxima estimada é de 3 (três) pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra. O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral sob o protocolo No PB‐04909/2022 e no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo No BR‐05400/2022.

Com Jornal da Paraíba

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB