Pedro Cunha Lima recebe o apoio de prefeita e vice do PL de São Domingos de Pombal

Faltando menos de uma semana para oficialização da candidatura ao governo, Pedro Cunha Lima (PSDB) recebeu o apoio da prefeita de São Domingos de Pombal, Adeilza Soares (PL) e da vice-prefeita Marina Martins (PL).

O tucano também recebeu o apoio do líder político Cigano, da ex-prefeita Odaísa de Cássia e diversos vereadores da cidade. A oficialização se deu nessa terça-feira (26).

“São lideranças que desejam novos tempos para o Sertão, com uma gestão mais eficiente, que trabalhe para gerar desenvolvimento e garantir mais oportunidades para a população. Vamos juntos colocar a Paraíba no topo!”, disse Pedro.

Durante a visita ao Sertão do estado, Pedro também recebeu o apoio das oposições em Soledade, Jericó e Brejo dos Santos, além do apoio de importantes lideranças de Catolé do Rocha.

Em Soledade, o apoio veio do ex-prefeito Ivanildo Gouveia. Em Jericó, o apoio foi de uma das maiores forças da região, o ex-prefeito Cláudio, e os vereadores Keneddy, Gildo e Jarbas.

E, em Brejo dos Santos, o apoio veio da Dra. Isaurinha e todo o grupo político e Dr. Sandrinho e todo seu grupo político. Já em Catolé do Rocha, o apoio foi manifestado pelo líder político e ex-prefeito Leomar Maia.

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB