Para Nacional do PSD, possibilidade de Romero sair candidato ao Governo da Paraíba ainda não está descartada

Após a executiva nacional do PDT bater o martelo e cravar a pré-candidatura da vice-governadora da Paraíba, Lígia Feliciano ao Governo do Estado em 2022, a executiva nacional do PSD, liderada pelo ex-ministro Gilberto Kassab também não descarta candidatura própria no estado na corrida à sucessão estadual, sendo encabeçada pelo ex-prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSD).

De acordo com dirigente, durante encontro essa semana em Brasília, Romero tem potencial para encarar o desafio, tanto para a corrida majoritária, quanto para proporcional, retomando o mandato de deputado federal, em Brasília.

“Aqui então uma homenagem ao Romero que deve voltar em breve para cá, temos o prefeito de Campina Grande, ele tem o prestígio o reconhecimento no estado e poderá ser o nosso candidato a governador”, disse Kassab.

Romero, por sua vez, agradeceu o incentivo, mas evitou fazer projeções pessoais sobre 2022. Ele destacou sua crença no futuro do Brasil e do PSD, sobretudo ocupando a maioria dos espaços na Câmara e no Senado a partir de 2023

“Nós acreditamos no futuro do Brasil, no PSD, sem dúvida nenhuma, a unanimidade, acreditamos na força, no crescimento e temos a certeza absoluta que em 2023 o PSD será o partido com maior número de representantes na Câmara e no Senado, e com fé em Deus faremos um futuro melhor e mais prospero para todos os brasileiros”, ressaltou.

De Olho no Cariri

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB