Oposição denuncia que Prefeitura de Serra Branca paga a pedreiro salário de médico; Pedreiro não recebeu quantias

A bancada de oposição do município de Serra Branca, no Cariri paraibano, denunciou na sessão da última sexta-feira (11), que a Prefeitura Municipal estaria pagando a um pedreiro o salário de um médico, e ainda, que o pedreiro não estava recendo esses pagamentos.

O caso foi denunciado pela oposição que é formada pelos vereadores: Paulo Araújo (presidente da Câmara), Válber Pinto, Macilon Brito, Guilherme Gaudêncio (líder) e Renan Mamede.

Vereadores da oposição que realizaram a denúncia.

De acordo com a denúncia, foram feitos três empenhos no valor de R$ 11.500,00, sendo que de acordo com Sagres do Tribunal de Contas da Paraíba – TCE/PB foram pagos dois: um no mês de Março e o outro em Abril, e o terceiro seria efetuado em Maio, a Edson Carvalho Freitas, serra-branqueses que residente no Sítio Sussuarana e atualmente trabalha com pedreiro no município de Sumé.

De acordo com as informações apuradas, esse valor deveria ser pago a um médico que tem o mesmo nome, mas sobrenome e CPF diferentes.  O pedreiro não recebeu nenhuma quantia, mas alguém que ele não sabe quem é, estava recebendo.

Confira os empenhos:

 

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O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB)  liberou a candidatura de Daniella Ribeiro (PP) como primeira suplente de Nabor Wanderley (Republicanos). O TRE negou a Ação de Impugnação de Registro de Candidatura, movida pelo Ministério Público Eleitoral. A decisão foi por unanimidade.

A ação indagava  presença de Daniella na chapa por ela ser a mãe do governador Lucas Ribeiro (PP), que é candidato à reeleição do governo do estado. O MPE (Ministério Público Eleitoral) que apresentou o pedido de impugnação, afirmava que a regra de inelegibilidade prevista no artigo 14, parágrafo 7º, da Constituição Federal atingia a senadora, que deixou de concorrer à renovação do seu mandato para disputar uma vaga de suplência.

Desde o ano passado que Daniella declarava abrir mão da disputa pela reeleição após a confirmação da candidatura do filho ao Governo do Estado, no entanto, afirmou ter repensado diante o convite e que a decisão tem haver com o projeto político para a Paraíba.

“Eu abri mão da possibilidade de um mandato de reeleição. Todo mundo sabe disso. Mas se fosse apenas por ser meu filho e não tivesse história, e se não fosse um governo e um grupo que vêm fazendo a diferença na Paraíba, certamente eu não teria aberto mão”, disse.

A parlamentar rebateu subjeções acerca de a suplência ser rebaixamento político ao lembrar que a decisão de grupo prevalece e de que suas bandeiras voltadas à defesa da mulher serão mantidas, bem como de sua trajetória como a primeira mulher eleita senadora pela Paraíba e a primeira mulher a ocupar a Primeira-Secretaria do Senado Federal.

Com ClickPB