Campeonato Sumeense de Futsal começa com 13 equipes e premiação de mais de R$ 10 mil

O Campeonato Sumeense teve início nesta quinta-feira (3), no Ginásio de Esportes Municipal, reunindo equipes e desportistas do município em mais uma edição da competição.

A rodada de abertura contou com os confrontos entre Renegados e Comercial, além de Chelsea e Portuguesa.

Ao todo, 13 equipes participam do Campeonato Sumeense, divididas em três grupos. A competição segue com jogos até o final do mês de outubro.

O campeonato é realizado pela Prefeitura Municipal de Sumé, através do Departamento de Esportes, com o objetivo de incentivar a prática esportiva e fortalecer o futsal no município.

A competição também contará com premiação em dinheiro para as três equipes mais bem colocadas. O campeão receberá R$ 5 mil, o vice-campeão ficará com R$ 3,5 mil e o terceiro colocado receberá R$ 2 mil, que somadas chegam a R$ 10,5 mil.

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Jornalista Jacqueline Oliveira revisitou o túmulo do pequeno Éverton, assassinado em 2015 em um caso que provocou revolta e comoção em toda a região.

Uma história marcada pela crueldade, pela dor e pela indignação voltou a despertar emoção no Cariri paraibano. Onze anos após o assassinato do pequeno Éverton, de apenas 5 anos, no município de Sumé, a jornalista Jacqueline Oliveira produziu um vídeo emocionante ao visitar o local onde a criança foi sepultada.

O crime, ocorrido em outubro de 2015, chocou toda a Paraíba pela brutalidade. Na época, investigações da Polícia Civil apontaram o envolvimento de pessoas próximas à vítima, incluindo a própria mãe, o padrasto e outros suspeitos. Um homem conhecido como Pai Etin chegou a ser preso e, segundo a polícia, apresentou um relato sobre as circunstâncias do assassinato, que teria ocorrido durante um suposto ritual.

A repercussão do caso provocou forte comoção popular e deixou marcas profundas na memória dos moradores de Sumé e de toda a região.

Agora, mais de uma década depois, Jacqueline Oliveira resgata essa história ao mostrar a sepultura do menino, em uma narrativa que mistura saudade, indignação e reflexão sobre a violência contra crianças.

O vídeo também reforça a necessidade de proteger a infância e de manter viva a responsabilidade coletiva de combater qualquer forma de violência.

Onze anos se passaram, mas a história de Éverton continua sendo uma ferida na memória do Cariri. Uma criança que teve a vida interrompida de maneira cruel e cuja lembrança jamais deve ser esquecida.

De Olho no Cariri