Lula lidera com 40% contra 35,2% de Bolsonaro e 7,4% de Ciro

O Instituto Paraná Pesquisa divulgou nesta quarta-feira (04) uma nova rodada de pesquisa sobre a disputa pela Presidência da República. De acordo com o levantamento, a diferença do ex-presidente Lula (PT) para o presidente Jair Bolsonaro (PL) caiu para 4,8%. No cenário estimulado, quando os nomes dos pré-candidatos são apresentados, o petista tem 40% das intenções de voto, enquanto Bolsonaro tem 35,2%.

Ainda pontuam Ciro Gomes, do PDT, (7,4%); João Doria, do PSDB, (3,2%); André Janones, do Avante, (2,4%); Simone Teber, do MDB (0,7%); Luciano Bivar, do União Brasil (0,2%); e Luiz Felipe d’Avila, do Novo (0,1%).

A diferença entre Lula e Bolsonaro era de 7,3 pontos percentuais no levantamento anterior, publicado em abril. Na época, Lula registrou os mesmo 40% do levantamento de agora, e Bolsonaro tinha 32,7%. O presidente, pré-candidato à reeleição, 2,5 pontos percentuais e estreitou a distância para Lula.

Quem também cresceu foi Ciro Gomes, que avançou dois pontos percentuais, de 5,4% para 7,4%; João Doria, que passou de 2,3% para 3,2%; e André Janones, de 1,1% para 2,4%. Simone Tebet tinha 0,6% em abril, e registrou o,7% em maio. Luiz Felipe D’Avila manteve 0,1%.

Espontânea

Na pesquisa espontânea, quando não são oferecidos nomes de candidatos aos entrevistados, Lula (com 27,6%) e Bolsonaro (25,2%) estão tecnicamente empatados.

Entre não sabe/não respondeu (36,1%) e aqueles que optaram pelas hipóteses ninguém/branco/nulo (7,5%), a soma chega a 43,6%.

Sobre a pesquisa 

Do total de eleitores ouvidos pela pesquisa, 7,2% disseram que votariam branco, nulo ou em nenhum dos candidatos apresentados. Outros 3,5% disseram não saber em quem votariam.

O estudo foi realizado em todas as unidades federativas, entre os dias 28 de abril e 3 de maio, com 2.020 pessoas. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-09280/2022. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com grau de confiança de 95%.

Com MaisPB

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB