Lula fala sobre eleições na Paraíba e diz que vai conversar com muita gente: “Vamos fazer uma chapa vencedora”

O ex-presidente Lula, pré-candidato à Presidência da República pelo Partido dos Trabalhadores, afirmou na manhã desta quarta-feira (09) que deseja ampliar as discussões para formatação da chapa que terá o seu apoio na Paraíba.

O palanque de Lula é cobiçado pelo governador João Azevêdo (Cidadania), pelo senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB) e pela vice-governadora Lígia Feliciano (PDT).

Aliado de Lula, o ex-governador Ricardo Coutinho (PT) trabalha para travar o apoio de Lula a João, único até agora com quem o ex-presidente não teve reunião formal para tratar de alianças.

“A gente quer conversa com muita gente na Paraíba e vamos ganhar as eleições na Paraíba. Vamos fazer uma chapa vencedora”, disse Lula em entrevista à Rádio Clube, em Pernambuco.

Lula se encontrou recentemente com Veneziano e Lígia para discutir o pleito deste ano. Interlocutores do governador João Azevêdo, no entanto, articulam conversas com a direção nacional petista.

Liderados por Ricardo e pelo presidente do PT, Jackson Macêdo, setores do PT trabalham para levar o partido à oposição ao governador João Azevêdo, que já reiterou intenções de votar em Lula e recebeu aval do comando nacional do Cidadania para a dissidência interna na legenda.

VEJA O VÍDEO:

Mais PB

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB