Luciano Cartaxo coloca o nome para disputar Governo da Paraíba nas eleições de 2022

O ex-prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PV), disse, em entrevista ao programa Arapuan Verdade, nesta terça-feira (9) que quer disputar as eleições para o governo da Paraíba. Segundo ele, seu nome será fortalecido com as articulações que já estão sendo realizadas em todas as regiões do estado.

O pré-candidato reforçou que essa tomada de decisão entra em unidade com anseios de fazer uma oposição forte para o pleito. “Tenho a disposição de ser candidato ao governo da Paraíba. Agora isso passa pelo diálogo com diversas forças políticas. A oposição tem grandes chances de ganhar essas eleições na Paraíba. A pesquisa colocou meu nome e obtive 12% da preferência da população, mesmo sem estar em nenhum cargo, imagine quando estivermos em campo”, avaliou.

“Discutimos a possibilidade de uma grande federação com diversos outros partidos. O PV deve tomar essa decisão até o final do ano. Então é um processo de busca do que é melhor para a Paraíba”, disse.

Aos 57 anos, o sertanejo de Sousa, Luciano Cartaxo Pires de Sá, entra na briga com a experiência de uma reeleição na prefeitura de João Pessoa. Cartaxo iniciou sua carreira política no PT, em 1996, quando foi eleito vereador em João Pessoa e ganhou a reeleição por mais três mandatos, nas eleições de 2000, 2004 e 2008.

Em 2006, concorreu como candidato a vice-governador de José Maranhão (PMDB), mas a chapa acabou sendo derrotada pela do então governador Cássio Cunha Lima (PSDB). No ano de 2009, Cássio e seu vice, José Lacerda Neto (PSD), tiveram os mandatos cassados e Maranhão e Cartaxo assumiram a administração estadual.

Ele é formado em Farmácia pela Universidade Federal da Paraíba, ele é casado e tem dois filhos.

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB