João definirá em reunião secretários que deixarão Governo para disputar eleição

O governador João Azevêdo (PSB) realiza reunião na próxima semana para definir quais os secretários que deixarão a gestão para disputar as eleições de outubro. Nesta quinta-feira (24), durante solenidade em João Pessoa, o gestor afirmou que no encontro serão discutidos os projetos de pré-candidaturas.

“Teremos reunião nessa próxima semana, que é a semana que antecede a data final, que é 2 de abril, para que a gente possa definir e discutir cada um dos projetos, que são muitas vezes pensados coletivamente, na grande maioria. Eu tenho certeza que na próxima semana nós iremos anunciar quais serão os secretários que irão deixar o Governo para participar das eleições”, explicou Azevêdo.

A justiça eleitoral estabelece o dia 2 abril como prazo final para desincompatibilização de cargos daqueles que pretendem disputar o pleito deste ano.

Entre os secretários cotados estão Tibério Limeira (Desenvolvimento Humano), Lídia Moura (Mulher e Diversidade Humana), Geraldo Medeiros (Saúde) e coronel Euller Chaves (comandante da Polícia Militar).

O governador respondeu críticas feitas pelo deputado oposicionista Tovar Correia Lima, que afirmou ser o programa ‘Tá na Mesa’, o único do Governo que funciona atualmente. Azevêdo avaliou que o parlamentar não tem compromisso com a verdade.

“Política precisa ser feita com a verdade e às vezes as pessoas não tem compromisso com a verdade quando se dá uma informação como essa. Talvez o deputado não esteja nem indo a Campina Grande”, disse o governador.

Com MaisPB

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB