João Azevêdo se filia ao PSB e diz que quer tornar o partido o maior da Paraíba; governador ainda reforçou compromisso com Lula

“Antes de tudo, quero dizer que meu nome continua sendo João”, assim iniciou o discurso o governador João Azevêdo, após assinar a ficha de filiação ao PSB, em evento nesta quinta-feira (24), em João Pessoa. O documento foi abonado pelo presidente nacional da legenda, Carlos Siqueira, pelo governador de Pernambuco, Paulo Câmara, e pelo prefeito de Recife, João Campos.

“Estamos aqui não num simples ato de fazer gestão, mas numa renovação de compromisso, que é o de fazer o PSB o maior partido do Estado da Paraíba. Esse é um compromisso firmado por mim nesse momentos”, disse.

Azevêdo citou o escritor José Américo de Almeida e disse que ‘ninguém se perde no caminho da volta’.

Ele ainda reafirmou o compromisso pela eleição do ex-presidente Lula.

“Tenho o compromisso com a eleição do presidente Lula, esse Estado que peguei em janeiro de 2019 está muito melhor do que peguei. Melhor na saúde, na assistência social, na educação, na área fiscal, isso é fruto de gestão, de uma equipe de trabalho comprometida com resultados”, declarou.

João ressaltou ainda que, durante sua gestão, dos 223 município do Estado, firmou convênios com 220: “O que nos cabe, enquanto gestor, enquanto político é trazer esperança”.

“Isso aqui na verdade é um grande retalho do que é a população desse Estado, aqui vi muitos prefeitos, muitos deputados, muitos vereadores, eu vi gente humilde, eu vi gente de movimentos sociais que entendem que a forma de fazer política é a forma de fazer inclusão acima de tudo, e é isso que me proponho a fazer. Cuidar da Paraíba, cuidar da população, gerar empregos, e lançar obras por todos os cantos”, comentou.

Com Wscom

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB