João Azevêdo reage à sinalização de Efraim Filho para aliança com Pedro Cunha Lima; VEJA O VÍDEO

O governador João Azevêdo (PSB) comentou na tarde desta sexta-feira (25), durante agenda em Guarabira, a declaração do deputado federal Efraim Filho (União Brasil), onde o parlamentar admite que pode “construir um caminho” com o deputado federal Pedro Cunha Lima, pré-candidato a governador pelo PSDB.

“Será uma decisão dele [Efraim]. Não posso interferir em decisões pessoais de quem quer que seja”, afirmou o gestor em entrevista ao repórter Rodrigo Sousa, da Rádio Guarabira FM.

Azevêdo disse que foi comunicado da decisão do ex-senador Efraim Morais de deixar a Secretaria de Agricultura, mas disse que o ato, ao menos por ele, não se trataria de rompimento.

“Temos um prazo legal. Todo mundo que tem cargo público e pode ter a intenção de concorrer, tem que sair agora. No governo, várias pessoas vão se afastar, independente de estar na candidatura ou não. Se afasta por proteção. Foi isso que foi colocado pra mim por ele”, concluiu.

VEJA O VÍDEO:

Mais PB

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB