João Azevêdo projeta para o próximo mês definições sobre a chapa majoritária

O governador João Azevêdo (Cidadania) projetou para o próximo mês o início das discussões para as definições sobre a chapa majoritária que vai encabeçar nas eleições do próximo ano, quando vai disputar à reeleição.

Os deputados Aguinaldo Ribeiro (PP) e Efraim Filho (DEM) disputam internamente a preferência de Azevêdo para que possam ocupar a vaga de candidato ao Senado Federal. Diferente de 2018, quando Daniella Ribeiro (PP) e Veneziano Vital do Rêgo (MDB) foram eleitos, apenas um parlamentar será escolhido para compor a bancada paraibana na alta casa legislativa.

Outros nomes também articulam para ocupar a vaga de vice-governador, cargo hoje exercido por Lígia Feliciano (PDT). O nome do ex-prefeito Romero Rodrigues (PSD) chegou a ser cogitado para o posto.

Relação com Veneziano 

João Azevêdo voltou a minimizar os atritos com o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB). O parlamentar tem proferido críticas a João e acusa o gestor de não lhe procurar há sete meses para discutir a conjuntura política.

“Eu tenho dito e repetido. O que nós estamos discutindo e natural que se tenha, é sobre política, a compreensão de como serão as eleições de 2022. Não existem agressões, são discussões naturais. Isso com certeza teremos oportunidade de conversar”, avaliou Azevêdo.

Mais PB

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB