João Azevêdo diz que conversa com Romero vai acontecer em breve: ‘É só questão de agenda’

O governador da Paraíba, João Azevêdo (Cidadania), disse, nesta terça-feira (23), durante entrevista ao programa Arapuan Verdade, da Rádio Arapuan FM, que nos próximos dias deve se reunir com o ex-prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSD). Segundo o gestor, a conversa só depende de sua agenda.

João Azevêdo disse estar disposto a conversar com todas as forças políticas e ressaltou que o entendimento com o ex-prefeito da Rainha da Borborema está sendo construído. O governador chegou a brincar sobre as especulações de uma possível formação de chapa com Romero, e lembrou que não pode formar chapa se ainda sequer conversou com ele. “Estamos discutindo, construindo, agora se vai gerar uma convergência maior vamos ver”, destacou.

Questionado se a nomeação de Eva Gouveia para o Governo do Estado teria sido um pedido de Romero Rodrigues, João Azevêdo disse que a escolha da nova auxiliar se deu em função de uma série de requisitos, entre eles, a capacidade de articulação de Eva e a reabertura do escritório de representação em Campina Grande.

De Olho no Cariri

Paraíba.com

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB