João Azevêdo diz que chapa majoritária está definida e admite nome do PSB para o Senado

O governador João Azevêdo (PSB) admitiu nesta terça-feira (19) que a vaga ao Senado na chapa governista pode ser ocupada pela PSB. Em entrevista à rádio Jovem Pan João Pessoa (Rede Tambaú), o governador também afirmou que a chapa já está montada e que falta apenas anunciá-la.

“Não falta (formar chapa), falta anunciar. São coisas completamente diferentes”, disse João ao ser provocado sobre a ausência de nomes. “Já está definida e, antes da convenção, estaremos apresentando”, garantiu.

O governador voltou a questionar a antecipação do pleito e disse que “logo, logo, a ansiedade da maioria será atendida”.

Sobre as articulações partidárias para formação da chapa, João disse que, para o Senado, “pode vir um nome do próprio PSB”, sem descartar formar a majoritária com outros partidos.

Em relação ao debate em torno do Progressistas e Republicanos, o governador afirmou que “essa discussão já não existe mais internamente”. “Existe um consenso sobre o caminho que iremos seguir”, revelou.

De Olho no Cariri

Mais PB

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB