Gleisi Hoffmann confirma visita de Lula à Campina Grande e divulga vídeo convidando companheiros para evento

A presidente nacional do PT, Gleisi, Hoffmann, confirmou a visita de Lula a Campina Grande. Ela gravou vídeo, nesta quarta-feira (27), obtido pelo ClickPB, convidando os “companheiros e companheiras” de partido e de aliança.

“Olá, companheiros e companheiras da Paraíba. No dia 2, agora na terça-feira, estaremos em Campina Grande com Lula, juntos com Veneziano e Ricardo Coutinho. Participe. Vamos juntos para transformar o Brasil”, declarou a presidente nacional do PT.

Ainda não foram divulgadas informações sobre quem deve vir à Paraíba com Lula. Com exceção das confirmações das presenças de Veneziano e de Ricardo Coutinho, não há informações da participação de outros políticos que devem estar no evento com o ex-presidente em Campina Grande.

A programação do evento, a data de chegada e partida de Lula também não foram divulgadas, ainda.

Um fato novo é a classificação de risco da segurança de Lula pela Polícia Federal. A viagem do ex-presidente, então, deve ter um aparato maior de segurança.

Lula cancelou, ontem (26), a visita a João Pessoa prevista para o dia 4 de agosto. A agenda foi alterada e ele estará no dia 2, em Campina Grande.

VEJA O VÍDEO:

Click PB

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB