Gervásio Maia confirma convenção do PSB na Paraíba para o dia 5 de agosto

O líder do PSB no estado, o deputado federal Gervásio Maia, confirmou a convenção do partido para o dia 5 de agosto, na Paraíba, em entrevista ao programa Arapuan FM nesta segunda-feira (4). Na ocasião, a legenda confirmar as coligações e decidir acerca dos candidatos que irão disputar o pleito de outubro.

A data é o último dia do último dia do prazo concedido pela Legislação eleitoral, para a realização de convenções partidárias, que se iniciam no dia 20 de julho. Conforme Gervásio à Arapuan FM, “se brincar ainda tem novidade daqui pra lá, mas vamos aguardar”.

A chapa do partido para essas eleições ainda está incerta na Paraíba. O governador João Azevêdo vai tentar se reeleger, mas nome de vice e senador ainda não foram confirmados.

Nesta sexta-feira (1), Gervásio Maia não descartou a discussão interna de candidatura própria do partido para a vaga no Senado Federal. 

Depois que Heron Cid e Geraldo Medeiros se dispuseram para a candidatura, o deputado afirmou que os planos para os nomes são na Câmara dos Deputados, mas também não descartou candidaturas ao Senado.

Conforme ele, a decisão deve ser tomada com toda a base aliada. “Eu não tenho a menor dúvida que são dois grandes nomes, mas o projeto pra Heron e pra Doutor Geraldo é o projeto de candidatura rumo a Câmara de Deputados”, disse Gervásio.

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB