Geraldo Medeiros confirma filiação ao PSB na próxima semana para garantir pré-candidatura de deputado federal

O secretário de Saúde da Paraíba, Geraldo Medeiros, confirmou nesta quinta-feira (24) que vai se filiar ao PSB na próxima semana de forma a garantir a viabilidade de uma pré-candidatura a deputado federal nas Eleições deste ano.

Segundo o secretário, a decisão de uma candidatura a um cargo na Câmara dos Deputados depende apenas de uma conversa com o governador João Azevêdo (PSB). A declaração foi dada durante entrevista para o programa Arapuan Verdade, da Arapuan FM.

“Irei me filiar ao PSB. Eu estou em Brasília e isso deverá ocorrer na próxima semana”, disse.

O governador é entusiasta da possibilidade do secretário, considerado seu braço direito, entrar na política partidária para dar governabilidade na capital federal a um possível segundo mandato de seu governo.

“Ele terá todo nosso apoio. Geraldo prestou um serviço extraordinário e que deixa um legado em que a história dirá tudo que ele fez pela saúde do nosso estado. É um projeto que tem tudo para dar certo, por ter o conceito que ele tem em toda a sociedade paraibana. Espero que assim ele decida e será uma caminhada muito bonita pela Paraíba”, elogiou João Azevêdo na última terça-feira (22).

De Olho no Cariri

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB