Filiação de João Azevêdo ao PSB acontece nesta quinta-feira em João Pessoa

A filiação do governador da Paraíba, João Azevêdo, ao PSB, acontece nesta quinta-feira (24), às 10h na Blu’nelle Recepções, bairro dos Estados, em João Pessoa.

O governador já oficializou sua saída do Cidadania ao presidente nacional da legenda, Roberto Freire. João Azevêdo confirmou o retorno ao PSB, após o Cidadania optar pela federação com o PSDB.

“Vou me filiar ao PSB porque os nossos projetos são mais, eu diria, vão na direção do que eu entendo do que é fazer política, principalmente trazer esperança para o povo brasileiro”, comentou.

Essa filiação, de acordo com o deputado estadual Gervásio Maia, que é o presidente do diretório estadual na Paraíba, contará com a presença do presidente nacional Carlos Siqueira. Em suas redes sociais, o parlamentar destacou a honra da filiação.

“Para nós é uma enorme alegria receber este valoroso companheiro, que chega para somar na batalha contra o bolsonarismo e que pensa em uma PB ainda mais próspera, de trabalho e oportunidades”, publicou o deputado.

Também confirmaram a presença na filiação de João Azevêdo, o governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), e o prefeito de Recife, João Campos (PSB).

Os deputados federais pelo PSB Alessandro Molon (RJ), Lídice da Mata (BA), Camilo Capiberibe (AP) e Denis Bezerra (CE) estão entre os parlamentares que estarão presentes na filiação do governador João Azevêdo ao PSB.

Click PB

COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA

Facebook
WhatsApp
Print

A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB