Ex-prefeito de João Pessoa se filia ao PT e defende nome de Lula à presidência

O ex-prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, se filiou ao Partido dos Trabalhadores (PT) na tarde desta quinta-feira (16), após reunião do Diretório Nacional da sigla. Cartaxo, que tem boa parte da sua trajetória política filiado ao partido, destacou a importância deste novo momento e reforçou a necessidade de uma gestão pública que invista no social, melhorando a vida da população.

“É com muita alegria que retorno à ‘casa’ onde iniciei minha trajetória política. Essa eleição será um divisor de águas e só Lula pode vencer a fome, a miséria e melhorar a vida do povo. Acredito que estamos em um momento histórico, onde o que está em jogo é o futuro da nossa população, que atualmente está carente de investimentos que tragam mais qualidade de vida”, destacou.

Cartaxo reforçou que o Brasil e a Paraíba precisam de uma forma de governar que retome a esperança em dias melhores para a população. “O Brasil vive hoje um momento de inflação acelerada, desemprego em alta e falta de oportunidades. Precisamos garantir um país e uma Paraíba mais justos, com mais respeito à democracia, à ciência e à liberdade de expressão. Ao lado do presidente Lula vamos batalhar para garantir esses direitos à população, por isso me sinto muito feliz e motivado com o retorno ao partido”.

Wscom

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB