Eva Gouveia diz que decisão de Romero em apoiar Pedro Cunha Lima é pessoal e que já conversou com Gilberto Kassab

Eva Gouveia, secretária de Estado da Representação do Governo da Paraíba em Campina Grande, disse que a decisão de Romero Rodrigues em apoiar Pedro Cunha Lima como pré-candidato a governador estadual é pessoal. Em nota divulgada nesta sexta-feira (28), Eva relatou que já conversou sobre o assunto com Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD.

“Ao tomar conhecimento do posicionamento político do ex-prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues, mantive contato com o Presidente Nacional do PSD, Gilberto Kassab. A posição de Romero Rodrigues se limita ao seu desejo pessoal, que respeitamos, de acompanhar a candidatura ao Governo proposta pelo PSDB”, declarou Eva Gouveia, em nota.

No âmbito pessoal, Eva está desapontada. “Tenho deixado claro em todos os meus posicionamentos que respeito as liberdades individuais de cada um e é absolutamente democrático que todos façam as suas escolhas de acordo com o que pensam. Pessoalmente, penso diferente. Por razões postas e outras que no futuro poderei dividir com a Paraíba.”

Ainda segundo ela, que é uma das lideranças do PSD, “partidariamente, me cabe como secretária geral do PSD na Paraíba e membro do Diretório Nacional partilhar a posição do órgão superior sobre o fato, esclarecendo a todos que a posição de Romero Rodrigues não implica em um posicionamento partidário.”

Eva acrescenta que “renovamos publicamente que o PSD tem mantido entendimentos com o governador Joao Azevêdo, sob a perspectiva, inclusive, de filiá-lo aos quadros do Partido Social Democrático. Por fim, renovamos o nosso respeito a Romero, a sua história, a caminhada que construímos juntos e desejamos que Deus continue a abençoá-lo em suas escolhas e em suas decisões.”

Click PB

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB