Empresário anuncia apoio a Veneziano e divide grupo da oposição em Monteiro

O grupo de oposição no município de Monteiro, liderado pela deputada federal Edna Henrique sofreu mais uma derrota ao perder aliados que anunciaram apoio à candidatura de Veneziano Vital do Rêgo ao Governo do Estado, a sua esposa Ana Cláudia a deputada estadual e Mikika Letão a deputado federal, todos do MDB.

Liderados pelo empresário Cícero Roberto, sobrinho do ex-deputado estadual João Henrique (in-memoriam), várias lideranças políticas e suplentes de vereadores que apoiavam a candidatura de Michel Henrique a deputado estadual se fizeram presentes no encontro e fortaleceram a criação da terceira via política de Monteiro.

No encontro que aconteceu na última terça-feira, 14, estiveram presentes o empresário Cícero Roberto, que é o primeiro suplente de vereador de Monteiro pelo PSDB, e os também suplentes Robertinho Cabelereiro, Sebastiana de Catota, Elton Lima, Neném de Quincão, o ex-vereador Cabelinho, entre outros.

Apesar de não oficializado, nos bastidores políticos de Monteiro comenta-se que o vereador Dárcio e o ex-vereador Francisco Piúta também estariam de malas prontas para apoiarem a candidatura de Venezizano Vital do Rêgo ao Governo do Estado.

A deputada federal Edna Henrique, que disputou o cargo de vice-prefeito na chapa encabeçada pela sua filha Micheilla Henrique nas eleições municipais de 2020, em Monteiro, apoia a candidatura de Pedro Cunha Lima ao Governo do Estado e de Efraim Filho ao Senado da República.

O grupo liderado pela deputada Edna Henrique e o seu filho Michel Henrique ainda não comentaram a decisão tomada pelos seus correligionários, mas, segundo informações, o clima não é dos melhores no interior do grupo.

De Olho no Cariri

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB