Em momento político decisivo, Efraim Filho reunirá aliados em festa de aniversário nesta sexta

Pré-candidato ao Senado, o deputado federal Efraim Filho (União Brasil) reunirá, nesta sexta-feira (18), parentes, prefeitos, amigos e aliados partidários para sua festa de aniversário. O evento, que servirá para a comemoração de 43 anos do parlamentar, tem tudo para se transformar, também, num ato político.

O evento acontecerá na Praia do Jacaré, em Cabedelo, no fim da manhã.

Em convite distribuído aos apoiadores e amigos mais próximos, o parlamentar dá a senha de que o sonho de chegar ao Senado dará o tom do evento, que também será aberto à imprensa.

“Amigos e amigas, estamos juntos nessa caminhada”, diz. Também há no convite a figura de um foguete. Aos mais próximos, ele tem dito que ‘foguete não da ré’, ao se referir à postulação ao Senado.

O parlamentar, que disputa um espaço na chapa majoritária do governador João Azevêdo (PSB), vive momentos decisivos em sua postulação.

Nos próximos dias, Efraim deve chegar a uma conclusão sobre a indicação deste espaço no lado governista, mas já tem as portas da oposição abertas para uma possível aliança.

De Olho no Cariri

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB