Em convenção, MDB homologa candidatura de Simone Tebet à Presidência da República

O MDB homologou durante convenção realizada de forma virtual nesta quarta-feira (27) a candidatura da senadora Simone Tebet à Presidência da República. A candidatura de Simone conta com apoio da federação partidária PSDB-Cidadania e teve apoio de 97% dos votantes.

“Eu recebo hoje a mais árdua e também a mais importante missão da minha vida. Baleia Rossi (presidente do MDB) você não tem noção da importância para nós mulheres esse momento”,  disse Tebet durante coletiva de imprensa após o anúncio da candidatura.

Antes, durante a convenção, Baleia Rossi,  afirmou que o partido “vai mostrar que efetivamente lugar de mulher é onde ela quiser”.

Em seu discurso, Simone Tebet citou que o país passa por um momento sensível, como alicerces democráticos abalados. Ela pontuou ainda que a polarização está levando o país ao abismo.

Tebet Brasil lembrou que em 2020 país viu o MDB sendo a maior força partidária do país e considerou que agora há condições de tornar o partido gigante, elegendo seus governadores, o maior número de deputados estaduais, federais e senadores.

“Estamos preparados, porque é isso que o Brasil exige, termos não só uma candidata à Presidência da República, mas podermos estar, junto do PSDB, do Cidadania de outros partidos que nos acompanharem, chegarmos ao segundo turno e ganhar as eleições”, disse Simone.

Mais PB

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB