ELEIÇÕES 2022: Retorno de João Azevêdo ao PSB está 99% fechado, afirma presidente do partido

99%. Esse é o percentual de chance de filiação do governador João Azevêdo (Cidadania) ao PSB. Essa foi a estimativa do próprio presidente nacional da sigla, Carlos Siqueira, durante conversa por telefone com a Rede Mais na noite desta quinta-feira.

Siqueira disse que o entendimento avançou durante encontro esta semana com João em Brasília. Na ocasião, o convite de filiação foi reiterado pelo dirigente nacional.

“Estamos recebendo ele de volta aos quadros do PSB”, informou Carlos, evitando estipular prazo de filiação, o que será definido entre João e a direção estadual da legenda na Paraíba.

Questionado se a probabilidade da filiação estava em 90%, Siqueira foi além: “Não. Eu diria 99%”, cravou o presidente nacional do PSB.

Filiado ao Cidadania, desde quando se desfiliou do PSB na crise internada deflagrada pelo ex-governador Ricardo Coutinho e que resultou em intervenção no diretório estadual, João Azevêdo estuda seu destino partidário. Com decisão de votar em Lula, o governador recebeu aval da direção nacional do Cidadania para adotar posição de dissidência.

De Olho no Cariri

Mais PB/ Heron Cid

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB