ELEIÇÕES 2022: Nome do presidente da Famup George Coelho é cotado para vice de João Azevêdo

O nome que será indicado para compor a chapa do governador João Azevêdo (PSB) como vice, vem movimentando a política paraibana. O Progressistas e o Republicanos já colocaram suas sugestões na mesa. Nos bastidores, existem especulações de que o ex-prefeito de Sobrado e atual presidente da Federação das Associações de Municípios da Paraíba (Famup), George Coelho também está sendo cotado para disputar as eleições ao lado de João na vaga de vice.

De acordo com informações, a indicação do nome de George para vice teria partido de prefeitos e deputados aliados do governador.

A indicação de George, conforme as lideranças que colocaram o seu nome como opção, se dá devido a sua gestão que vem se destacando à frente da Famup, que fortaleceu a instituição que atualmente é reconhecida pelos prefeitos paraibanos por sua representatividade. Sob a gestão de George, a Famup vem se destacando, crescendo e aumentando o número de filiados.

Além de ter uma atuação de destaque na Famup, George também teve uma ótima avaliação de gestão durante os seus dois mandatos como prefeito de Sobrado, além de ter deixado um sucessor no comando da cidade, para dar continuidade ao seu legado.

De Olho no Cariri

Blog do Chico Soares

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A partir deste sábado (19) os candidatos das eleições gerais não podem ser presos até o fim do período eleitoral. No entanto, a coordenadora da Corregedoria do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), Vanessa do Egito, esclareceu, nesta sexta-feira (18), que os políticos podem ser detidos em flagrante.

“A verdade é que, 15 dias antes das eleições e até 48 horas após, nenhum candidato ou candidata poderá ser preso. Mas, se ele for flagrado no cometimento de crime, ele vai ser preso sim. Essa aí são aqueles mandados de prisão que tem contra as pessoas. Se for contra um candidato, não poderá ser cumprido dentre esses 15 dias”, destacou a coordenadora.

A regra responsável por vedar mandados de prisão, conforme explicou Vanessa do Egito, visa evitar a cassação dos direitos dos candidatos, a exemplo da participação na propaganda eleitoral.

“É para que isso não seja usado de forma eleitoreira. Para que esses mandados [de prisão] não sejam cumpridos exatamente nesses 15 dias para tirar o candidato de sua campanha. Então, para permitir que o candidato possa fazer a sua propaganda eleitoral até os últimos dias de propaganda, a sua campanha, de forma plena”, complementou.

Com MaisPB